O crescente Mercado Pet e o grande número de profissionais voltados ao atendimento clínico médico e/ou cirúrgico de Animais de Companhia, dão oportunidades para profissionais melhores qualificados.
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Fonte: Assessoria DiDatus
O FANTÁSTICO Curso de Pós Graduação de Higiene e Inspeção da Didatus chamado MBA em Qualidade Sanitária de Alimentos inicia dia 27/05/2011 em CURITIBA. Profissionais que exerçam ou pretendam exercer atividades profissionais na área de produção, manipulação, industrialização e inspeção sanitária de produtos e alimentos de origem animal, serviço público, vigilância sanitária de alimentos, segurança alimentar, junto aos Órgãos de Governo, tanto da esfera Federal, quanto Estadual ou Municipal, bem como em empresas públicas ou privadas que atuam na produção, processamento e comércio de alimentos, destinados ou não, a alimentação humana. Por isso Curitiba esta de Parabéns. Entre em nosso site www.didatus.com.br tire suas duvidas e faça sua inscrição
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“É importante citar que o Brasil está produzindo, de todos os principais grãos, algo em torno de 145 a 150 milhões de toneladas. Porém existe a possibilidade de expansão de produção de grão em curto prazo, se existir mercado interno e externo, para algo em torno de 300 milhões de toneladas.” Para o Doutor em Economia Agrícola e Professor DiDatus, Eugênio Stefanello, isso varia de acordo com a produtividade, e são aspectos que revelam a importância de cursos ligados à área de grãos. A DiDatus Pós Graduação traz para o mundo do agronegócio, o primeiro MBA em produção vegetal da América Latina, MBA em Ecofisiologia e Manejo de Cultura de Lavoura. Coordenado pelo Engenheiro Agrônomo e Doutor Elmar Luiz Floss. O curso é presencial e ocorrerá em Passo Fundo. Garanta já a sua vaga e o seu lugar no mercado de trabalho.
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Dificuldade e concorrência. Dois fatores que podem amedrontar o candidato que irá prestar o concurso do MAPA, ou ainda está pensando no caso. Mas acredite, você pode. Cleverson Freitas, hoje Fiscal Agropecuário também passou pela fase das dúvidas antes do concurso. Em uma entrevista perguntamos a ele quais os motivos o levaram a se inscrever no concurso, -“A estabilidade no serviço aliada a uma remuneração compatível”, diz ele serem os seus principais motivos. Apesar das dificuldades, é gratificante ser um Fiscal do MAPA? Ele não exita em responder -“Extremamente. Trabalhar no MAPA é uma grande oportunidade para servir o país, principalmente na Vigilância Agropecuária Internacional, onde estou lotado no momento. “ Cleverson atua como Fiscal desde junho de 2007 quando foi lotado na Unidade de Vigilância Agropecuária do Aeroporto Internacional de Manaus e em 2008 foi removido para o Serviço de Vigilância Agropecuária internacional de São Paulo. Ele aposta que um cursinho bem preparado como o da DiDatus, é um trunfo e tanto para disparar na frente dos concorrentes e deixa um recado para você, que irá prestar o concurso -“O ingresso no serviço público é uma oportunidade de continuar construindo um Brasil cada vez melhor, só depende de você!”
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“Disciplina, disciplina e disciplina.” Para Cleverson, Fiscal Agropecuário aprovado no último Concurso MAPA, são os 3 quesitos básicos que o candidato que irá concorrer ao cargo deve possuir. Perguntamos a ele quanto tempo em média de sua rotina era dedicado aos estudos. Segundo ele essa questão é individual e cada candidato deve avaliar o seu limite. Cleverson estudava em torno de 5 horas por dia antes da publicação do edital, e até 9 horas depois da publicação. Como em qualquer concurso, Cleverson alerta sobre a atenção aos conhecimentos gerais “Muitos focam apenas na parte específica e esquecem dos conhecimentos gerais, que possuem grande importância.”De uma coisa não podemos duvidar, se o esforço for verdadeiro certamente será recompensado. Perguntamos à Cleverson se todas as horas de estudo, empenho e dedicação valeram a pena. “Com certeza! Lembro todos os dias do sacrifício que passei e atualmente vejo a recompensa. A dor é temporária, mas a vitória é para sempre.”
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Ainda na entrevista que fizemos com Diego, perguntamos à ele se o cargo de Fiscal do Mapa é gratificante. Ele afirma que sim, e diz que é uma excelente carreira para médicos veterinários e agrônomos, capaz de abrir inúmeras possibilidades e oportunidades. Todos sabemos à respeito da dificuldade de se passar no concurso então é preciso motivação. Para Diego essa motivação veio do prestígio e da valorização que são, sem dúvidas, atribuídos à carreira. Ele já atua na profissão a três anos e meio e deixa um recado pra você que vai participar do concurso : “A disputa para o cargo é grande, pois trata-se de uma das melhores remunerações no Setor Público, então o que eu sempre digo: quem quer tentar deve estudar pra valer, com certeza de que vai conseguir. O que desabilita os candidatos é o pensamento de que ele não vai chegar lá. Mas você pode chegar.”
Faça como Diego, faça boas escolhas. Não é hora de aprender errando, é hora de acertar. A DiDatus te ajuda a chegar ao sucesso.
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É dos Estados Unidos que sai a maior parte do milho e da soja consumidos no mundo. As casas de campo são grandes e confortáveis. Nessa época do ano, os jardins ficam ainda mais coloridos, com as folhas amareladas do outono e mais divertidos, com as decorações de halloween, a festa das bruxas, uma tradição americana. Já o trabalho no campo é igual em qualquer lugar do mundo. É época de colheita da soja e do milho, que juntos devem passar dos 410 milhões de toneladas nesta safra! Só de milho, são 321 milhões de toneladas. Nossa equipe passou por quatro estados americanos, que integram o chamado Corn Belt, o cinturão do milho: Illinois, Indiana, Iowa e Minnesota. Foram 2.500 quilômetros conhecendo propriedades, conversando com produtores e empresários. A primeira fazenda que visitamos fica em Rensselaer, no estado de Indiana. Encontramos os irmãos Scott e Jeff Green na lavoura. Já era fim de tarde, e eles estavam colhendo parte dos 1300 hectares que têm plantados com milho. Scott conta que a colheita na fazenda vai até o anoitecer e que no dia seguinte, bem cedo, os trabalhos recomeçam. Super safra, super máquinas e alta velocidade na lavoura. A luz do sol já se foi, mas o serviço continua. A pressa é para aproveitar os preços, hoje nas alturas. Na bolsa de Chicago a soja está valendo cerca de vinte por cento mais do que valia nesta mesma época do ano passado e o milho quarenta por cento mais.
O diretor da bolsa, Fred Simon, disse que o momento é muito bom para a agricultura, porque a demanda por proteína tem aumentado no mundo, e para que mais carne seja produzida, é preciso ter cada vez mais grãos. No campo, a comercialização está acelerada. Os agricultores estão colhendo e vendendo rapidamente a produção para aproveitar os preços. Num terminal de embarque de exportações, que fica à beira do rio Illinois, por exemplo, a capacidade dos silos é para 100 mil toneladas, mas apenas 20 por cento do espaço está sendo aproveitado.
David Hillard é o diretor, ele conta que até a qualidade do grão está colaborando para as vendas. O milho vai para os armazéns. Já a soja, segue direto para a exportação. A soja passa por uma tubulação e é descarregada em navios. É assim, por hidrovias, que a maior parte da safra norte americana é transportada. A soja vai para o Golfo do México e de lá, para a China.
Nos Estados Unidos, a ferrovia e a rodovia também funcionam bem para o escoamento da produção. Ao lado da lavoura, o trem passa carregado com grãos recém colhidos. A estrada rural tem asfalto até a porteira da fazenda. Quanto aos caminhões, a carroceria é toda fechada, inclusive na parte de cima, para evitar desperdício.
Um terço do milho produzido nos Estados Unidos é destinado para a produção de etanol. São 120 milhões de toneladas, mais do que as safras do Brasil, da Argentina e do México juntas. Hoje, nos postos de combustíveis americanos, a energia renovável é misturada na gasolina. Este mês o governo americano anunciou um aumento de 10% para 15% nesta mistura, o que vai significar a necessidade de mais 20 milhões de toneladas de milho para o ano que vem. O aumento da demanda pelo milho já começa a refletir no mercado e na indústria.
Numa máquina que ainda está em testes, além de colher os grãos, a palhada também é utilizada para formar um pacote de silagem, que será usada para alimentação animal, e até para etanol. O uso da palha seca vira o chamado etanol de segunda geração. Com o crescimento da demanda por milho, aumenta também a expectativa do produtor por preços ainda melhores. É o caso de Ken Peart, agricultor de Scales Mound, Illinois. “Os preços estão bons. A soja já está indo para os terminais e o milho deve ir em seguida”, comentou. Plantar milho é o que o produtor americano sabe e gosta de fazer. A produtividade média nos Estados Unidos ficou em 10.500 mil por hectare no ano passado, mais do que o dobro da produtividade média do Brasil. O agricultor Michael Wegner tem 800 hectares. É tanto milho que a lavoura chega até a porta de casa. “O milho está com pouca umidade, garantida pelo tempo seco”, disse o agricultor.
Quando pergunto sobre a bela casa que fica ao lado da lavoura, ele diz: “nós gostamos de boas coisas, nós não temos medo de gastar dinheiro para fazer o que queremos, nós trabalhamos muito, e por isso, temos direito de nos divertir. Em compensação olha aí, toda nossa família tem casas novas!”. A demanda maior por milho para etanol nos Estados Unidos baixou os estoques mundiais. Hoje, eles estão dez por cento menores do que no ano passado.
fonte: G-1